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sábado, 28 de novembro de 2020

Eleições 2020: segundo turno chega com aumento de casos da Covid-19

imagem: arquivo / reprodução

Neste domingo (29), o segundo turno das eleições para prefeito e vice movimenta mais uma vez a vida de 57 cidades brasileiras e mobiliza mais de 38 milhões de eleitores, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ao todo 18 capitais estaduais e mais 49 municípios com mais de 200 mil eleitores terão disputa eleitoral.

O segundo turno das eleições acontecerá nas seguintes cidades: Aracaju (SE), Belém (PA), Boa Vista (RR), Cuiabá (MT), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO), Recife (PE), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA), São Paulo (SP), Teresina (PI) e Vitória (ES).

É preciso que todos os eleitores das cidades onde haverá o pleito mantenham os cuidados de saúde por conta da pandemia. Isso porque quando o primeiro turno foi realizado, dia 15 de novembro, o País tinha 14.134 novos casos pelo coronavírus, o que era considerado um dos números mais baixos desde que a pandemia chegou ao Brasil.  Até o fechamento desta reportagem, às 18h de sexta-feira (27) pré-segundo turno, temos uma elevação destes novos casos para 34.130 pessoas.

Para o epidemiologia e professor do Departamento de Saúde Coletiva da Universidade de Brasília (UNB), Jonas Brant, o processo de votação nesse momento é um cenário de transição política nos municípios que pode fragilizar o processo da vigilância em saúde. Por isso, ele destaca que "é preciso que cada pessoa faça sua parte e assim possamos detectar mais rapidamente cada caso e evitar mais danos por conta da Covid-19 no Brasil" alertou.

De acordo com o médico "se compararmos o primeiro turno com o segundo, vemos que o cenário epidemiológico não está homogêneo, mas de maneira geral, temos um aumento importante no número de casos em diversas regiões do País. Nessas localidades os cidadãos têm que tomar mais cuidado, pois o que temos percebido é que gradativamente as pessoas vem reduzindo as suas medidas de segurança e a preocupação com o risco de transmissão, já que a sensação de segurança fora de casa vem aumentado para as pessoas. Mas o risco de infecção aumentou se comparamos o primeiro ao segundo turno", avaliou Jonas Brant.  

Segundo consultor da área de saúde Confederação Nacional de Municípios (CNM), Denilson Magalhães, a entidade tem orientado aos gestores municipais que avaliem como a doença tem se comportado pela região para elaborar medidas efetivas na prevenção à Covid-19. Com isso, é necessário observar.

"O que a CNM tem feito, e mantém suas atividades nesse sentido, é orientar que cada gestor desenvolva todas as atividades para monitoramento e identificação dos casos, principalmente, as ações de prevenção da transmissão do coronavírus. Cabe a cada gestor local avaliar a sua situação epidemiológica e definir quais as melhores medidas adotar para ter o controle da pandemia no seu município", informou Magalhães.

Para a CNM, neste momento, a prevenção e as normas de segurança devem ser prioridade como no início da pandemia. Caso seja necessário, os gestores municipais podem receber auxílio da Confederação com informações e orientações, como a de encaminhar pacientes para a Atenção Primária à Saúde que é a porta de entrada da população ao Sistema Único de Saúde (SUS), como um "postinho de saúde" perto da sua casa.

"E a CNM já preparou uma reunião para janeiro e fevereiro de 2021, quando será realizado um encontro da entidade chamado 'Novos Gestores'. Será o momento em que iremos trabalhar com os prefeitos eleitos e reeleitos todas as pautas prioritárias dos municípios brasileiros. Vamos abordar novamente a questão do controle da pandemia do coronavírus no Brasil", destacou o consultor de saúde da CNM.

Vale destacar ainda que depois deste domingo apenas Macapá, capital do Amapá, vai precisar escolher o prefeito. Por conta do apagão que atingiu o estado por 22 dias os mais de 292 mil eleitores ficaram prejudicados. Desta forma o Tribunal Superior Eleitoral definiu que a cidade vai realizar seu primeiro turno das eleições no dia 6 de dezembro, enquanto a segunda etapa ocorrerá no dia 20.

Fonte: Br 61


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Brasileiros elegem Saúde e Emprego como prioridades para o Governo em 2021

imagem: arquivo / reprodução

Uma pesquisa da Associação Nacional das Instituições de Crédito, Financiamento e Investimento (Acrefi) em parceria com a empresa Kantar leva a crer que o impasse na vida dos brasileiros entre a economia, paralisada em decorrência da pandemia do novo coronavírus, e saúde, ainda devam se estender para 2021. Ao menos é o que indica a pesquisa "Perspectivas 2020: Expectativa dos Brasileiros com o Cenário Político & Social" é que essas temáticas são vistas como maiores prioridades a serem atendidas pelo Governo Federal.

De acordo com o levantamento, pelo menos 66% dos entrevistados acreditam que o desemprego aumentará em 2021, principalmente devido à pandemia da Covid-19. E por falar nela, 28% indicaram saúde como foco do próximo ano. Segundo o doutorando em economia pela Universidade de Brasília (UnB), Helder Lara Ferreira Filho, apenas com a implementação da vacina ou com a prorrogação do Auxílio Emergencial, será possível traçar um futuro positivo para os dois temas.

"A taxa de desemprego subiu um pouco, mas ela não foi tão grande graças ao Auxílio Emergencial. Na perspectiva do emprego, no primeiro semestre, vai depender muito da questão da prorrogação ou não do benefício. Se ele não for adiado, provavelmente a taxa de desemprego vai estar elevada logo no início do ano. Ao longo de 2021 pode cair, mas depende do nível de aceleração do crescimento econômico, ou se a pandemia for controlada".

Segundo os dados da pesquisa, 48% da população recebeu algum auxílio durante a pandemia.  O encerramento do benefício, na opinião do consultor da área de Estudos Técnicos do Conselho Nacional de Municípios (CNM), Eduardo Stranz, preocupa os próximos gestores municipais.

"O Auxílio Emergencial dado às pessoas fez com que houvesse um dinamismo na economia e com o encerramento disso temos quase certeza que haverá, sobretudo nas cidades, uma grande preocupação dos próximos gestores sobre emprego e renda. Acreditamos que essa será a prioridade de todo e qualquer prefeito ou prefeita eleita", aponta.

A pesquisa indica ainda que para mais da metade dos entrevistados (51%) a situação do País é ruim ou péssima e o número de atentos e preocupados ficou em 59%, o que indica que a minoria está tranquila com relação à sua fonte de renda.

Fonte: Br 61

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Justiça Eleitoral identifica mais de R$ 60 milhões em doações com indícios de irregularidade

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O Núcleo de Inteligência da Justiça Eleitoral identificou mais de R$ 60 milhões em doações com indícios de irregularidade nas prestações de contas dos candidatos aos cargos eletivos das eleições 2020. O valor representa aumento significativo em relação aos números do relatório anterior, cujas irregularidades somavam R$ 38 milhões.

Segundo o levantamento da Justiça Eleitoral, as doações mais frequentes são feitas por pessoas sem emprego formal registrado - mais de R$ 33 milhões em um universo de 9.068 doadores. Na sequência, aparecem 1.981 doadores com renda incompatível com o valor doado, em doações que ultrapassam R$ 17 milhões.

Além disso, 925 fornecedores de campanha têm relação de parentesco com o candidato ou vice, recebendo, no total, mais de R$ 1,6 milhão. Os resultados desse levantamento de indícios de irregularidades já foram repassados aos tribunais e cartórios eleitorais como informação de inteligência e direcionamento da fiscalização das contas.

Fonte: Br 61

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TSE não está cobrando multa de eleitores que justificaram ausência pelo e-Título

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) esclareceu ser falsa a informação de que o órgão estaria cobrando indevidamente multa dos eleitores que fizeram sua justificativa via aplicativo e-Título, no primeiro turno da eleição, no último dia 15 de novembro.

Segundo o tribunal, quem teve a justificativa deferida no dia da eleição por estar fora do domicílio eleitoral precisa aguardar o prazo de processamento das justificativas para que a situação seja normalizada. Até lá não é preciso pagar multa referente a essa ausência.

O calendário eleitoral estipula como prazo final para processamento das justificativas feitas fora da urna eletrônica o dia 7 de janeiro de 2021. Caso o eleitor precise comprovar a regularidade da situação eleitoral antes do término do processamento das justificativas, pode procurar seu respectivo cartório eleitoral para solicitar uma declaração formal por escrito.

Além disso, na nova versão do aplicativo, que já está disponível, apresenta uma mensagem com o número de comprovante da justificativa se o eleitor que já houver justificado tentar novamente para o mesmo turno.

É possível justificar ausência em até 60 dias após cada pleito (considerando cada turno como uma eleição) ou em até 30 dias após o retorno ao Brasil. Essa justificativa pode ser feita pelo e-Título, pelo site do TSE ou por meio de um cartório eleitoral, juntando-se documento que comprove o motivo da ausência.

Fonte: Br 61

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Rio de Janeiro lidera registros de denúncias de violência contra a mulher no país

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O Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, definido em 1999 pela Organização das Nações Unidas (ONU), ainda é uma meta a ser buscada ano inteiro. No Rio de Janeiro, mulheres são 72,3% das vítimas de violência registradas em 2020, de acordo com o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), que é alimentado pelos serviços de saúde.

Em 2019, o estado registrou o maior número de atendimentos por 100 mil habitantes na Central de Atendimento à Mulher, com 98,92 registros. Ficando à frente também nas denúncias de violência doméstica, e em terceiro lugar no Brasil em notificações violência sexual.

Além disso, há uma constatação crescente da violência de gênero, notificações que tiveram uma redução significativa este ano em razão da diminuição da busca pelos serviços de saúde em função da pandemia da Covid-19.

Especial: entre agressões verbais e ameaças de morte, conselheiros tutelares lutam para desempenhar função

Mulheres representam 52% do eleitorado brasileiro e são minoria na política

No período de 2016 a 2020, foi verificado ainda maior percentual de violência em mulheres de raça negra (50,4%), seguida da raça branca (25,6%). Chama atenção o grande percentual de notificações em que a informação raça/cor foi ignorada ou deixada em branco (23,2%).

Anualmente, a Subsecretaria de Vigilância em Saúde da SES promove qualificação de profissionais da atenção primária e dos serviços de urgência, emergência e atenção especializada voltada a Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências.

Qualquer ação ou omissão baseada no gênero que cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial configura violência doméstica e familiar contra a mulher, de acordo com a Lei Maria da Penha, de 2006, que cria mecanismos para coibi-la.

A Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos oferece o serviço da Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180, o canal que funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, onde a denúncia pode ser feita por meio de uma ligação gratuita e confidencial.

Fonte: Br 61

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Eleitor pode denunciar irregularidades de campanha por meio de aplicativo

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O eleitor pode denunciar, por meio do aplicativo Pardal, irregularidades encontradas durante a campanha. Com ele, a população ajuda no trabalho de apuração, por parte dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e do Ministério Público Eleitoral (MPE), relativo ao combate à prática de ilícitos durante a campanha.

Até terça-feira (24), quatro dias antes do pleito de segundo turno, já haviam sido enviadas pelo aplicativo 104.263 denúncias, sendo 56.813 relacionadas a campanhas de candidatos a vereador, 29.888 de candidatos a prefeito e 946 referentes ao cargo de vice-prefeito.

Entre os estados com mais denúncias enviadas, estão São Paulo, com 22,9 mil; Minas Gerais, com 10,1 mil; Pernambuco, com 9,3 mil; Rio Grande do Sul, com 8,8 mil; e Bahia, com 7,1 mil.

O aplicativo pode ser baixado no Google Play ou na App Store. O Pardal surgiu em 2014, sendo aprimorado ao longo de cada eleição. Para as Eleições 2020, o aplicativo voltou o seu foco para as denúncias de irregularidades cometidas na propaganda eleitoral.

Fonte: Br 61

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Projeto aprovado no Senado inclui discriminação racial e sexual como agravantes em crime

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O Plenário do Senado aprovou nesta semana, o PLS 787/2015, que inclui motivações de preconceito racial e sexual como circunstâncias agravantes de pena para qualquer tipo de crime. Agora, a proposta segue para análise na Câmara dos Deputados.

A matéria foi pautada para votação entre os senadores após a repercussão da morte de João Alberto Silveira Freitas, espancado por seguranças de um supermercado da rede Carrefour na cidade de Porto Alegre (RS). O caso ocorreu na última semana, na véspera do Dia da Consciência Negra.

Pelos termos do projeto, os agravantes de discriminação devem ser adicionados ao Código Penal. Além do preconceito de raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade, o PLS em questão aponta ainda como causa de agravante o preconceito em relação à orientação sexual.

O texto original da proposta abordava apenas "preconceito de raça". No entanto, o relator do projeto, senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), mudou o texto para incluir um rol de motivações. O parlamentar também afirmou que o País vive "tempos de intolerância".

Fonte: Br 61

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Inflação da construção foi de 1,29% em novembro, diz FGV

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A inflação da construção em novembro foi de 1,29%. A taxa é inferior ao 1,69%, registrado em outubro, de acordo com o Índice Nacional de Custo da Construção - M (INCC-M), divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Neste ano, o INCC-M acumula 7,71%. Nos últimos 12 meses, o índice chegou a 7,86%. De acordo com a FGV, os materiais e equipamentos registraram a inflação de 2,85% em novembro, ante 4,12% em outubro. Já os serviços e mão de obra tiveram alta na comparação entre os dois meses. A inflação dos serviços subiu de 0,33% em outubro para 0,73% em novembro. A taxa de mão de obra passou de 0,19% para 0,24%.

Fonte: Br 61

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Anvisa recebe documentos para submissão contínua da vacina contra Covid-19

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu os dados referentes aos estudos não-clínicos e clínicos das fases I e II da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelas empresas Pfizer/BioNTech. A documentação foi incluída no processo de submissão contínua iniciado nesta semana.

A Anvisa tem até 20 dias para analisar os documentos, contados a partir da data do protocolo. Segundo a agência reguladora, a submissão contínua ainda não é o pedido de registro da imunização. Pelo procedimento, os dados técnicos deverão ser encaminhados à Anvisa conforme forem gerados.  Dessa maneira, as empresas interessadas no registro de vacinas contra Covid-19 não precisão ter em mãos todos os documentos reunidos para apresentá-los à autarquia.

Fonte: Br 61

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Força Federal fará segurança de três municípios durante a votação do segundo turno

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As cidades de Manaus (AM), Fortaleza (CE) e Caucaia (CE) terão o reforço da Força Federal no segundo turno das eleições no próximo domingo (29). A decisão foi referendada pelo ministro e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Luís Roberto Barroso, durante sessão administrativa desta quinta-feira (26). A decisão do colegiado foi unânime.

Além dos três municípios, outros 54 terão segundo turno para definir quem comandará o Poder Executivo local a partir de 1º de janeiro de 2021. Apenas no Macapá (AP), a população deverá esperar até o dia 6 de dezembro para definir em primeiro turno os representantes da Câmara Municipal, além de prefeito. A exceção se deve ao fato do apagão elétrico vivido pela cidade há quase um mês.

Ao encaminhar o voto pela aprovação do envio da Força Federal para os três municípios, o ministro Luís Roberto Barroso, afirmou que ficou justificada a atuação de tropas militares nos locais devido ao aumento do número de crimes violentos nas localidades.

Fonte: Br 61

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Produtores rurais têm até 31 de dezembro para aderir ao Cadastro Ambiental Rural

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Produtores rurais têm até 31 de dezembro para fazer a adesão ao Cadastro Rural Ambiental (CAR) para que possam garantir os benefícios do Programa de Regularização Ambiental (PRA) que estão previstos no Código Florestal. Não há prazo para o cadastro, mas essa é a data limite para que os agricultores não percam incentivos. Segundo o Governo Federal, a inscrição no CAR é o primeiro passo para a aquisição da declaração de regularidade ambiental do imóvel rural.

 A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) reforça que, além de estarem em conformidade com a legislação ambiental, os produtores que realizam o cadastro no CAR terão  dois anos para implementar o programa e cumprirem com as obrigações relacionadas ao meio ambiente.

O Cadastro Ambiental Rural foi criado em 2012 com a sanção do Código Florestal Brasileiro, mas foi regulamentado em 2014, com a publicação de uma instrução normativa do Ibama.  Para mais informações, acesse: www.car.gov.br

Fonte: Br 61

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sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Novo serviço digital facilita a contestação do cancelamento do Auxílio Emergencial

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Uma nova ferramenta para contestação do cancelamento do Auxílio Emergencial e da extensão do benefício foi disponibilizada no portal de Consultas da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev). Voltada ao público do programa Bolsa Família, o recurso foi implantado a pedido do Ministério da Cidadania. De acordo com a pasta, os interessados terão até o dia 30 de novembro para fazer o pedido.

As solicitações devem ser feitas pelo responsável familiar, ainda que a contestação seja em nome de outro membro da família. Dessa maneira, não é necessário se dirigir a uma agência da Caixa Econômica Federal, lotérica ou posto de atendimento do Cadastro Único.

Quem recebeu as cinco parcelas do Auxílio original e foi considerado inelegível para ganhar a extensão têm até o dia 29 de novembro para fazer a contestação. O pedido deve ser feito por meio do site da Dataprev pelo próprio beneficiário.

Fonte: Br 61

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Eleições 2020: e-Título pode ser baixado até 23h59 deste sábado (28)

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O segundo turno já é nesse domingo, dia 29 de novembro, e ainda dá tempo de baixar o aplicativo e-Título no celular. Até as 23h59 do dia 28 de novembro, os eleitores podem baixar de graça o aplicativo desenvolvido pela Justiça Eleitoral.

Nele, é possível consultar o local de votação e a situação eleitoral, identificar-se na seção (em casos de salas com biometria) e até justificar a ausência no pleito.

Somente quem tiver baixado o aplicativo um dia antes da votação de domingo pode utilizar essas funcionalidades. O funcionamento volta ao normal a partir de segunda-feira (30).

Segundo levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cerca de 16 milhões de eleitores estão cadastrados no e-Título. No primeiro turno das Eleições Municipais de 2020, mais de dois milhões de pessoas justificaram ausência por meio da ferramenta. A região Sudeste foi a que mais usou o aplicativo, sendo acessado por mais de 7,5 milhões de pessoas.

O TSE lembra que nenhum dos serviços prestados pelo e-Título é exclusivo do aplicativo. Ou seja, as consultas também podem ser feitas pelo computador ou junto ao cartório eleitoral. Além disso, é possível acessar serviços e informações por meio do Tira-Dúvidas Eleitoral, no WhatsApp. Basta salvar o número: (61) 9637-1078 para iniciar uma conversa.

Fonte: Br 61

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TSE afirma que são falsas as acusações de votos duplicados para candidatos

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rebateu nesta quarta-feira (26) postagens nas redes sociais que afirmam que candidatos pelo país tiveram votos duplicados ou alterados pela Justiça Eleitoral. De acordo com a Corte, na última segunda-feira (23), ocorreu em algumas cidades a visualização de dados sobrepostos a votos de postulantes a prefeito e vereador.

Curitiba (PR), Ilhéus (BA) e Garanhuns (PE) constataram a situação. O TSE afirma que informou os Tribunais Regionais Eleitorais (TRE) a respeito do caso e fez as atualizações necessárias. Segundo o Tribunal, houve sobreposição de dados, não uma duplicação de votos.

Em nota, o órgão também afirmou que a "apuração dos votos é conferível e auditável", que após a votação a urna emite um comprovante impresso chamado "Boletim de Urna", o qual mostra a quantidade de votos de cada candidato. O TSE também argumentou que os boletins são impressos e entregues aos partidos políticos envolvidos no pleito e que é possível pedir acesso ao juiz da respectiva zona eleitoral.

Fonte: Br 61

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Fiocruz prorroga pesquisa sobre trabalho de profissionais de saúde durante a pandemia

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) prorrogou para 31 de dezembro o prazo para o envio das respostas da pesquisa nacional "Análise do Processo de Trabalho da Estratégia Saúde da Família na Pandemia de COVID-19". Podem participar do estudo profissionais que atuam na pandemia e que integram equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF) e dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF).

A pesquisa é feita pelo Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz, em parceria com a Fiocruz Ceará, Universidade Federal do Ceará (UFC) e a Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Entre outros pontos, o estudo tem o intuito de aferir o acesso das equipes de Saúde da Família aos equipamentos de proteção individual e à testagem, as formas de uso da saúde digital na comunicação com os usuários e a atuação dos conselhos locais de Saúde.

Os resultados podem contribuir para a formulação de políticas públicas nas esferas municipal, estadual e federal. Para mais informações sobre o estudo, acesse portal.fiocruz.br

Fonte: Br 61

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Governo oferece curso gratuito sobre atenção à primeira infância

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O governo federal, por meio do Ministério da Cidadania, disponibilizou o curso "Programa Criança Feliz – Conhecendo a Família e a Comunidade" nas plataformas do Portal da Cidadania. Em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), o objetivo do curso é ampliar os conhecimentos e promover uma atuação mais qualificada dos profissionais que trabalham nessa ação, além de envolver profissionais socioassistenciais.

O curso terá carga horária de 20 horas e vai abordar temas como território, comunidade, redes de serviços e diversidade das famílias brasileiras. As aulas serão oferecidas na modalidade de educação a distância e os participantes receberão certificado após a conclusão. O curso é direcionado para profissionais atuantes no Programa Criança Feliz e demais profissionais da área socioassistencial, mas qualquer pessoa interessada no assunto pode se inscrever também.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 20 de dezembro, devendo o curso ser finalizado até o dia 31 de dezembro deste ano. A plataforma também oferece outros cursos.

O passo a passo para se inscrever no curso está disponível no portal do Ministério da Cidadania, em www.gov.br/cidadania, e mais informações pelo e-mail suporte.ead@mds.gov.br

Fonte: Br 61

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MDR capacita gestores municipais e investe em estudos sobre políticas de desenvolvimento regional

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Gestores públicos de municípios brasileiros têm recebido capacitação do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) no sentido de desenvolver políticas voltadas para ações realizadas pela Pasta. As orientações são, principalmente, em áreas de mobilidade urbana e desenvolvimento regional.

O objetivo da iniciativa é ofertar formação que complemente os conhecimentos de gestão e preparação para a transição e para o início de governo. O programa contará com encontros divididos em 40 horas de capacitação. A ação vai fornecer acesso a profissionais, instrutores e materiais. As inscrições serão abertas em 2021.

A iniciativa conta ainda com parceria da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e da Escola Nacional de Administração Pública (Enap). O investimento até o momento foi mais de R$ 1 milhão em recursos federais.

Fonte: Br 61

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Prorrogação da desoneração da folha de pagamento deve preservar empregos e gerar novas vagas

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A prorrogação da desoneração da folha de pagamento, que atinge 17 setores da economia brasileira, deve proporcionar a manutenção de empregos e a geração de novos postos de trabalho. Representantes dos segmentos acreditam que a derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pode dar fôlego na batalha contra a crise econômica causada pela pandemia de Covid-19.

No início de novembro, o Congresso Nacional derrubou veto que impedia a prorrogação da desoneração até o fim do ano que vem para setores como call center, construção civil, tecnologia da informação e têxtil. A principal justificativa do Executivo para o veto, à época, foi a queda na arrecadação, estimada em R$ 9,8 bilhões.

No entanto, os parlamentares avaliaram que o benefício que originalmente iria até o fim de dezembro deste ano poderia gerar demissões em meio à crise econômica causada pela pandemia, nos setores que empregam juntos mais de seis milhões de trabalhadores.

Segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM/AP), foi preciso conscientizar e convencer o governo com argumentos reais da importância da desoneração. "Nós estamos na pandemia, o Brasil está perdendo muitas vidas e a gente não pode perder empregos. Emprego é fundamental para o crescimento econômico, ainda mais em um momento como esse conturbado que nós estamos vivendo", destacou.

A desoneração da folha permite ainda que empresas desses setores possam contribuir para a Previdência Social com um percentual que varia de 1% a 4,5% sobre o faturamento bruto, em vez de 20% de contribuição sobre a folha de pagamento.

O coordenador geral de estatísticas e atuária da previdência social, Eduardo Pereira, avaliou os encargos elevados sobre a mão de obra no Brasil. "De fato, para o trabalhador de carteira assinada hoje as alíquotas de contribuição sobre a folha são muito elevadas. A contribuição patronal mais a do empregado está em torno de 30% da folha, que é um percentual extremamente elevado em comparação com qualquer país do mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo, a alíquota é de 7,5 para o empregado e 7,5 para o empregador, totalizando 15%", disse.

Segundo o economista Newton Marques, a prorrogação da desoneração traz consequências negativas aos cofres públicos, mas que são necessárias para manutenção da atividade econômica."São três setores envolvidos: os empresários, os empregados e o governo. Todas as vezes que desonera os encargos trabalhistas, isso passa a onerar o governo. E, nesse momento, em que a atividade econômica está em baixa, o governo vai ter que assumir esse ônus. Caso contrário, os trabalhadores ficam desamparados e a atividade econômica vai ficar estagnada", acredita.

Retomada
Entre janeiro e agosto deste ano, o Brasil perdeu mais de 849 mil empregos, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia. Entretanto, apesar da pandemia, os segmentos já demonstram retomada com a abertura líquida de 249 mil vagas de trabalho com carteira assinada.

A construção, o comércio, o setor de serviços e a agropecuária lideraram a criação de postos de trabalho. A ampliação da desoneração para todos os setores da economia permitiria a criação de novos empregos em massa. No entanto, isso traria uma perda de R$ 100 bilhões em arrecadação para a União, o que para o governo só seria possível compensar com a criação de um novo imposto.

Histórico da desoneração
Criada em 2011, a desoneração da folha de pagamento tem o objetivo de incentivar a manutenção de empregos em 17 setores considerados de alta empregabilidade no país. Em 2018, o Congresso decidiu que, naquele ano, a renúncia fiscal seria prorrogada pela última vez e que acabaria em dezembro de 2020.

No entanto, os parlamentares decidiram por incluir uma nova prorrogação na Medida Provisória (MP) 936/2020, aprovada em maio, que criou um programa emergencial de manutenção do emprego devido aos impactos econômicos gerados pela pandemia de Covid-19.

Fonte: Br 61

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Eleitores devem estar atentos às proibições no dia do segundo turno das eleições

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No próximo domingo (29), ocorre o segundo turno das eleições municipais deste ano. Eleitores de 57 municípios brasileiros irão se dirigir às urnas para escolherem os seus candidatos à prefeito. No momento em que diversas localidades do País veem o número de casos do novo coronavírus crescerem, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforça as medidas de segurança sanitária que devem ser seguidas por mesários e eleitores no dia do pleito.

O TSE ressalta que o uso de máscara é obrigatório no momento da votação e que haverá a distribuição de álcool em gel em todas as seções eleitorais. A corte também recomenda que os eleitores levem uma caneta para a assinatura do caderno de votação para que seja evitado o compartilhamento de objetos.

Para Jonas Brant, epidemiologista e professor do curso de Saúde Coletiva na Universidade de Brasília (UnB), "a população se comportou muito bem e se organizou para ir às urnas no primeiro turno". Contudo, segundo ele, não é momento para relaxar quanto aos cuidados de contenção à Covid-19.

"É importante que as regras de biossegurança no segundo turno sejam mantidas com o prosseguimento do uso de máscaras, do distanciamento social, uso do álcool em gel e que seja evitado o contato com superfícies o máximo possível."

Proibições
O tribunal frisa o que é proibido no dia da votação e é considerado crime eleitoral. Entre outras proibições, os eleitores não podem usar o aparelho celular, máquina fotográfica ou filmadora dentro da cabine de votação.

Cabos eleitorais e ativistas políticos também estão expressamente proibidos de fazerem boca de urna no dia da eleição. O crime consiste em promover e pedir votos a determinados candidatos no dia do pleito. Eleitores que cometem a contravenção podem ficar presos por até um ano ou pagar multa que chega a até R$ 15 mil.

Entretanto, segundo o advogado eleitoral Moacir Martins, eleitores podem fazer manifestações individuais sobre as suas preferências eleitorais. "Eleitores podem, no dia da eleição, usar broches, adesivos, bonés e bandeiras [de determinados candidatos]. Mas eles não podem propagandas excessivas, como por exemplo, utilizarem carro de som e megafones", explica.

Mas vale ressaltar que os mesários não podem portar objetos ou usar roupas que remetem a partidos políticos os candidatos nas seções eleitorais. Os cidadãos podem fazer denúncias de irregularidades e crimes eleitorais por meio do aplicativo Pardal, criado pela Justiça Eleitoral, ou encaminhá-las diretamente ao Ministério Público.

Para mais informações sobre o segundo turno das eleições, acesse www.tse.jus.br

Fonte: Br 61

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Quem não votou no primeiro turno poderá votar no segundo, afirma TSE

imagem: arquivo / reprodução

Após o primeiro turno das eleições que registrou abstenção de 34,2 milhões de eleitores, uma das questões mais procuradas no Google mostra que essa porcentagem talvez possa ser diferente na segunda etapa da corrida ao pleito. Segundo o Google Trends a pergunta mais feita durante esse período das eleições foi: "quem não votou no primeiro turno pode votar no segundo?". A resposta, de acordo de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é, sim.

Cada turno é tratado como uma eleição independente pela Justiça Eleitoral, portanto quem não votou no dia 15 de novembro, mesmo que ainda não tenha justificado a ausência ao órgão, poderá votar no próximo dia 29. Apenas cidadãos com o título cancelado por alguma irregularidade eleitoral, como por exemplo, não votar, nem justificar a ausência por três turnos seguidos, terão o documento cancelado.

O índice de abstenção no pleito municipal é o maior desde 1996, ano em que as urnas eletrônicas começaram a ser utilizadas. Ainda assim, durante pronunciamento feito após o balaço, para o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, a desistência da votação foi pequena.

"No último domingo, 15 de novembro, 113 milhões de pessoas compareceram às urnas em um nível de abstenção relativamente baixo para um pleito realizado no meio de uma pandemia. E com observância geral das regras de segurança e com os resultados divulgados no mesmo dia das eleições", defendeu.

Para o analista político, Matheus Albuquerque, não é somente a pandemia que desestimulou alguns eleitores a comparecerem à votação.

"Para além da justificativa pelo e-Título e a razão da pandemia, também temos um fator fundamental que é o processo de descrença do eleitorado sobre os processos eleitorais. Quando os eleitores começam a conceder seus votos para determinados políticos e eles não atendem as agendas que para eles são importantes o processo de descrença sobe. Obviamente as eleições de 2020 têm um cenário diferente. A pandemia aumentou o cenário de abstenção", ponderou.

No próximo domingo, 29, os brasileiros de 57 cidades no País vão às urnas para o segundo turno das eleições 2020, em que terão que votar entre os dois candidatos mais votados no primeiro turno.

Justificativas e multas
Quem não votou no primeiro turno das eleições 2020 precisa justificar em até 60 dias após o pleito, ou seja, até o dia 14 de janeiro. Quem também deixar de votar no segundo turno deve justificar a ausência na segunda ocasião separadamente e entregá-la até dia 28 de janeiro.

Quem não votar e não justificar a ausência, além de pagar uma multa de R$ 3,51 ficará impedido de retirar documentos, como passaporte e RG, receber salário por serviços prestados ao setor público, pedir empréstimo a bancos oficiais, entre outros.

A regra do TSE também implica que quem não votar por três eleições seguidas terá o título de eleitor cassado. No entanto, nesta eleição quem estiver nessa situação ainda está liberado, isso porque o TSE precisa fazer a atualização do cadastro eleitoral antes de cancelar os documentos. A ação está prevista para acontecer apenas em maio de 2021.

e-Título
O eleitor tem até o sábado (28), um dia antes do pleito de segundo turno para baixar o aplicativo da Justiça Eleitoral, o e-Título que possibilita a substituição do título eleitoral. O download do documento digital é gratuito e oferece as funções para acessar o local de votação, consultar a situação do eleitor, identificar o cidadão na seção (se houver biometria) e justificar a ausência.

 A habilitação das funcionalidades da plataforma estará disponível para download até às 23h59 deste sábado e será suspensa no domingo. A medida visa garantir que o usuário que precisa do serviço no dia da eleição tenha uma melhor experiência, sem congestionamentos na loja de aplicativos.

Atualmente, cerca de 16 milhões de eleitores (mais de 10% do eleitorado) estão cadastrados no e-Título. No primeiro turno das Eleições Municipais de 2020, mais de 2,2 milhões de pessoas justificaram ausência por meio da ferramenta. O Sudeste foi a região onde o App foi mais utilizado: mais de 7,5 milhões de pessoas usaram o aplicativo.

Fonte: Br 61

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Dois cachorros são diagnosticados com SARS-CoV-2 no Paraná

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Após nove meses da pandemia do novo coronavírus no Brasil, os primeiros casos de contaminação em animais com a SARS-CoV-2, vírus causador da Covid-19, foram identificados. Dois cachorros, um buldogue francês e um vira-lata, receberam o diagnóstico positivo, em Curitiba, pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). No último mês a equipe de estudo multicêntrico da universidade, que irá examinar amostras de cães e gatos de outras seis capitais, ajudou a Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) a também diagnosticar uma gatinha com a doença.

Nos casos dos cães, os donos testaram positivo para o vírus em um primeiro momento. A suspeita é de que eles tenham transmitido para os pets em razão do contato próximo, como por dormirem nas mesmas camas. Os sintomas observados nos animais infectados foram secreção nasal e espirros.

De acordo com Alexandre Biondo, professor e coordenador da pesquisa na Universidade Federal do Paraná, os animais podem se infectar pelo vírus, mas isso não se equivale a dizer que eles têm a doença ou são transmissores.

"A Covid-19 é a doença causada pelo SARS-CoV-2. Cães e gatos são considerados resistentes ao vírus, ao contrário de outras espécies animais, como por exemplo os visons e hamsters que são muito sensíveis e podem desenvolver a doença e transmiti-la às pessoas. Os cães são mais resistentes que os gatos e, apesar de nós termos feito a detecção de dois deles em Curitiba, não foram considerados transmissores", explica.

O primeiro animal com a doença no mundo foi identificado em março em HongKong, na China. De acordo com a professora Valéria Dutra da UFMT, que identificou a gatinha infectada em Cuiabá, é possível que desde a chegada do vírus outros animais tenham sido infectados, mas sempre com sintomas leves.

"Acredito que identificamos o vírus nos animais só agora porque faz pouco tempo que começamos essas coletas. No início da pandemia a preocupação era com a detecção do vírus em humanos, mas um tempo depois, começamos a pensar nessa possibilidade de saúde única e de testar os animais também. É possível que desde o início da pandemia mais animais possam ter tido contato com esse vírus. Com o decorrer da pesquisa vamos ter ideia da porcentagem de animais infectados na nossa população", planeja.

Segundo estudos já publicados, gatos podem se infectar e transmitir para outros gatos, mas não há registros para cães. O professor ainda reforça que o contato mais íntimo entre humanos e pets pode infectar os bichinhos, sendo indicado o distanciamento e o uso de máscara em caso de confirmação para tutores que testarem positivo.

A pesquisa
Os dados estão sendo registrados junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Todas as amostras são enviadas para confirmação no TECSA Laboratório Animal, para que sejam testadas em outro laboratório de referência. Apesar dos primeiros resultados positivos, não existe nenhum caso confirmado de cães e gatos transmissores do vírus ou com registro da doença Covid-19.

O objetivo é coletar material de pelo menos 100 animais de cada capital participante do projeto para poder ter o conhecimento da prevalência e se há outros sinais clínicos ainda não identificados.

Quem tiver interesse em participar da pesquisa deve entrar em contato por meio do site da UFPR https://www.ufpr.br/portalufpr/ A equipe de atendimento irá até o domicílio coletar o material dos moradores e também dos animais.

Fonte: Br 61

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Número de internações por Covid-19 volta a subir na Paraíba

imagem: arquivo / reprodução

O estado da Paraíba já passou dos 140 mil doentes com Covid-19 em casos registrados nos 223 municípios. Um estudo do Laboratório de Inteligência Artificial e Macroeconomia Computacional (Labimec) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) apontou, há quase um mês, que a ocupação dos leitos de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) na Grande João Pessoa, no Sertão e em toda a Paraíba se mantém alta.
 
A tendência foi calculada com base na média móvel exponencial dos últimos 13 dias anteriores à divulgação do documento, com espaço de tempo médio entre o início de uma hospitalização e de possível óbito por causa da Covid-19.

Segundo o pesquisador e coordenador do Labimec, Cássio de Nobrega Besarria, o laboratório faz um acompanhamento da doença no estado desde o final de março, juntando informações que geram indicadores como qualidade dos serviços, mobilidade urbana e um deles é justamente a ocupação de leitos de UTI.

"Tratando exatamente desse indicador, o que nós percebemos é que há três semanas ocorre uma evolução na ocupação desses leitos", afirmou.

"O impacto disso para os municípios é que muitos deles já encerraram aqueles serviços emergenciais. O hospital de atendimento à Covid-19, daqui de Santa Rita, por exemplo, já foi desativado. Fica a preocupação justamente de se ter uma possível segunda onda e que isso venha impactar mais uma vez esses leitos", disse o pesquisador.  

Apesar dos dados apresentados pelo Labimec, a secretaria de Saúde da Paraíba informou que desde o início de novembro já havia percebido um aumento crescente no número de casos de pessoas infectadas pela Covid-19. Desta forma, as primeiras ações estratégicas foram em relação aos leitos hospitalares de UTI e de enfermaria, para que todos os doentes possam receber os melhores cuidados. É o que explica a presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde da Paraíba (COSEMS-PB), Soraya Galdino.

"Atualmente nós estamos com 49% dos leitos de UTI ocupados e 29% de leitos de enfermaria ocupados por todo o nosso estado. Isso é algo que precisa ser monitorado e acompanhado, mas não é preocupante no momento. Também se percebe que apesar de ter havido um número maior de pessoas infectadas, proporcionalmente, existe um número menor de pessoas precisando de internação", destacou.

De acordo com Soraya Galdino, se forem comparados os números de doentes da primeira onda da pandemia, em abril e maio, para o final de outubro e começo de novembro, é possível perceber que "temos um número maior de infectados, mas com um número menor de pessoas que precisam de cuidados especiais como a internação e, destes, a maioria está recebendo os cuidados na própria rede básica de saúde dos municípios", ressaltou.

Fonte: Br 61

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quinta-feira, 26 de novembro de 2020

As Caracutás apresentam temporada online de Tecendo Diálogos com bate-papo e oficina

imagem: reprodução / foto de Andressa Santos

Em dezembro, o coletivo As Caracutás, apresenta temporada online (gratuita) do espetáculo de teatro-dança Tecendo Diálogos, criado e dirigido pelas intérpretes Ester Lopes e Monica Soares com preparação corporal de Mika Rodrigues.

As sessões acontecem nos dias 17, 18, 19 e 20 de dezembro, de quinta a domingo, às 19h30, pelo Facebook @ascaracutas e pela página de um coletivo convidado. Após cada transmissão, Ester e Monica conversam com os espectadores sobre as histórias das mulheres do Parque são Rafael, região metropolitana de São Paulo, que inspiraram a montagem. A temporada vem acompanhada pela oficina Do Pilates às Danças Brasileiras, no dia 9 de dezembro (quarta, às 16h), ministrada pelas atrizes.

O espetáculo

Tecendo Diálogos é "pesquisa em movimento", cujo foco está nas lutas e nos saberes das mulheres da região do Parque São Rafael e imediações. O universo dos valores femininos norteia o espetáculo como uma procura pela força da resistência e do cuidado, pela paixão e inocência - dualidade peculiar ao feminino.

A linguagem cênica reúne artifícios teatrais (incluindo o teatro narrativo) junto às danças populares brasileiras e ao canto em diálogo com a estética contemporânea. A força e leveza da dança e do trabalho de corpo são fundamentais para as histórias das 12 mulheres: histórias que invertem os valores machistas, traçando paralelos e unindo mulheres em suas diversidades. "O corpo feminino carrega muitos traços, tanto do cerceamento quanto da expressividade: pode ser fechado ou aberto para o que está a sua volta", comenta Ester Lopes.

Monica e Ester recriam as vivências dessas mulheres em diálogos cênicos que partem das lembranças da infância, da juventude e da sabedoria trazida pelo tempo. O espetáculo mergulha no estado do corpo em cada expressão de vida, seja ela alegre, agitada, tímida, cuidadosa ou acanhada. "São personagens reais e corajosas que carregam a simplicidade como beleza, que espelham um mundo futuro de igualdades, desejos comuns à maioria de nós", reflete Monica Soares. O enredo passa pelos lugares do trabalho, da relação com o próprio corpo, da violência sexual, da fé, da espiritualidade e da maternidade. Cada personalidade é também traduzida por um ritmo da tradição popular (jongo, frevo, carimbó, samba, coco, maracatu rural, batuque de umbigada, ijexá, caboclinho, capoeira). "Para contar as histórias vamos além do corpo: usamos nossos corpos como instrumento de expressão para as cenas", explicam.

FICHA TÉCNICA - Texto, dramaturgia e direção: As Caracutás. Elenco: Ester Lopes e Monica Soares. Depoimentos: Adriana da Silva, Clotilde Luiza de França, Elza Maria Lopes de Souza, Erineide dos Santos Almeida, Francisca Pereira Barbosa, Jacira Celestino Ribeiro da Silva, Maria Terezinha Pedro, Maria Eliza da Silva Lyrio, Celeide da Silva Lyrio dos Santos, Ester Lopes e Monica Soares. Preparação e direção corporal: Mika Rodrigues. Sonoplastia: Mika Rodrigues e Rodrigo Dias. Arranjos musicais: Mika Rodrigues e Anderson Machado. Operação de som: Thabata Bluntrit. Iluminação: Everton Santos e As Caracutás. Orientação de iluminação: Gabriela Cerqueira. Operação de luz: Jhuly Souza. Figurino e adereços: Isa Santos. Cenário: As Caracutás. Cenotécnica: Thabata Bluntrit. Fotografia/espetáculo e filmagem/entrevistas: Andressa Santos. Filmagem/espetáculo: Mazze Filmes. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Produção geral e idealização: As Caracutás. Produção executiva: Pião Produções Artísticas. Produção gráfica: Valter de Oliveira Silva. Social media: Jhuly Souza. Apoio: VAI - Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais 2019, da Prefeitura Municipal de São Paulo.

Programação

Oficina: Do Pilates às Danças Brasileiras
Data: 9 de dezembro.  Quarta, às 16h
Com: Ester Lopes e Monica Soares – As Caracutás
Inscrições a partir de 30/11 - pelo Facebook - @ascaracutas.
Grátis. Plataforma: Google Meet. Duração 90 min. Livre.

A proposta da oficina Do Pilates às Danças Brasileiras, como o próprio nome indica, é conectar as práticas do método pilates a algumas danças presentes nas manifestações populares da cultura brasileira. O pilates estimula o corpo de forma completa nos exercícios, aumentando a mobilidade, a flexibilidade, a força e o tônus muscular. As manifestações brasileiras nos fazem acessar memórias corporais ancestrais, muitas vezes esquecidas na correria diária. A integração do pilates com as danças brasileiras propicia um melhor condicionamento físico e o reencontro de quem pratica consigo mesmo. Desta forma, além dos benefícios para o corpo, em equilíbrio com a mente, as duas artistas do corpo, atrizes e educadoras contribuem para preservar e manter vivo os ensinamentos das caboclas(os) do nosso país. Os benefícios de ambas as práticas vão além do físico, em busca do bem estar integral.

Espetáculo: Tecendo Diálogos
Datas: 17, 18, 19 e 20 de dezembro. Quinta a domingo, às 19h30.
Grátis. Classificação: 12 anos. Duração: 60 min. Gênero: Teatro-dança.

17/12 - Transmissão + bate-papo: Histórias de Francisca e Clotilde

Facebook / @ascaracutas e @gruporosasperifericas
18/12 - Transmissão + bate-papo: Histórias de Adriana e Elisa
Facebook / @ascaracutas e @coletivaemana

19/12 - Transmissão + bate-papo: Histórias de Tata e Neide
Facebook / @ascacacutas e @FemiSistahs

20/12 Transmissão + bate-papo: Histórias de nossas avós, mães e nossas histórias
Facebook / @ascaracutas e @favelagaleriaopnicomvida

As Caracutás - O coletivo, fundado, em 2017, por Ester Lopes e Monica Soares (artistas e educadoras residentes em regiões periféricas), pesquisam as artes do corpo (dança e teatro) com foco na cultura popular brasileira e suas intersecções com o contemporâneo nas grandes cidades. O trabalho é calcado em fomentar e estudar as artes junto à população periférica, diante da escassez de equipamentos culturais nessas regiões.

Fonte: Assessoria de imprensa- VERBENA COMUNICAÇÃO

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Argentinos se despedem de Diego Maradona em velório na Casa Rosada

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Corpo do ídolo argentino está sendo velado na sede do governo, em Buenos Aires.

Maradona morreu aos 60 anos na quarta-feira (25-11-2020) após sofrer uma parada cardiorrespiratória em casa.

O corpo de Diego Armando Maradona começou a ser velado por volta das 6h desta quinta-feira (26) na Casa Rosada, a sede do governo da Argentina.

Nas primeiras horas, a entrada do público no local tem sido marcada por pequenos tumultos devido à quantidade de pessoas.


Fonte: G1

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AWS passa por instabilidade e derruba junto uma parte da internet

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Nesta quarta-feira (25), uma parte da internet não está funcionando como deveria. Isso se deve a problemas no Amazon Web Services (AWS), a plataforma de computação em nuvem que serve como base para tantos serviços digitais, apresenta instabilidade, com reflexos em incontáveis sites.

A companhia confirma a instabilidade em sua plataforma para desenvolvedores. Inicialmente, o problema parecia ser concentrado na região da América do Norte, sem impactar diretamente datacenters de outras áreas. Mais especificamente, o AWS informa que as questões são ligadas à região US-East-1, nos servidores presentes no norte do estado da Virginia. Depois, a empresa relatou falhas também em outras regiões.

A Amazon destaca que a instabilidade atinge principalmente a API Kinesis Data Stream, causando, como consequência, falhas em vários recursos que dependem dela. Segundo o comunicado mais recente, isso inclui ACM, Amplify Console, API Gateway, AppMesh, AppStream2, AppSync, Athena, AutoScaling, Batch, CloudFormation, CloudTrail, CloudWatch, Cognito, Connect, DynamoDB, EventBridge, IoT Services, Lambda, LEX, Managed Blockchain, Marketplace, Personalize, Resource Groups, SageMaker, Support Console, Well Architected e Workspaces.

Em atualização mais recente, a Amazon informa que conseguiu identificar qual é a causa da instabilidade e já trabalha para corrigi-la, mas ainda não deu um prazo para que tudo seja restabelecido.

O site Down Detector mostra que alguns serviços brasileiros também sofreram com instabilidades ao mesmo tempo em que o AWS. Entre eles estão o iFood, o PicPay, o UOL e, claro, a própria Amazon. A plataforma também mostrou um pico de reclamações com o Submarino, mas a empresa diz ao Olhar Digital que não houve nenhuma instabilidade ao longo do dia.


imagem: arquivo / reprodução


Um ponto curioso da instabilidade é que a Amazon incluiu em seu painel de saúde do serviço um alerta de que o problema está impedindo a atualização da situação justamente no painel de saúde de serviço, então os clientes estão no escuro em relação aos problemas.

Fonte: O Digital

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