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sábado, 23 de junho de 2018

Bloqueio de celular roubado agora pode ser feito sem o número do IMEI

ANATEL CELULARES SMARTPHONES

A partir de hoje (8), está mais fácil bloquear celulares roubados, extraviados ou perdidos, bastando apenas ao usuário informar o número da linha para a operadora. Antes, era necessário anunciar os cerca de 15 números que compõem o identificador chamado IMEI – espécie de chassi dos aparelhos, que pode ser visualizado ao se digitar *#06#. Ele também pode ser localizado na parte traseira do aparelho, em geral perto da bateria, caso o celular esteja descarregado.

De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o bloqueio pode ser feito junto às operadoras em todo o Brasil e, também, na Polícia Civil da Bahia, Ceará e Espírito Santo, onde já há acesso ao sistema. Em breve, o mesmo poderá ser feito nas delegacias de Goiás, Mato Grosso, Rio de Janeiro e São Paulo, bem como por meio da Polícia Federal.

Basta ao usuário fazer uma ocorrência nas delegacias para, automaticamente, o celular ser incluído em uma lista que contém aparelhos roubados, extraviados ou perdidos tanto em território nacional como em 44 outros países. No caso de aparelhos com dois chips, o ideal é informar o número das linhas às duas operadoras.

Fechando o cerco

"Estamos adotando duas formas de combate a roubos e furtos. A primeira, bastando apresentar às operadoras ou delegacias o número do celular, em vez dos 15 números do identificador, para bloqueá-lo. A segunda, ao obrigarmos que transportadores e lojistas incluam, na nota fiscal, esse identificador. Isso possibilitará a identificação dos aparelhos em caso de roubo de cargas ou em lojas varejistas", disse o presidente da Anatel, João Rezende, ao anunciar as medidas hoje em Brasília.

A fim de evitar que as pessoas adquiram celulares roubados, foi disponibilizada, na internet, uma página  na qual é possível saber se os identificadores Imei estão bloqueados. A consulta pode ser feita pelo site www.consultaaparelhoimpedido.com.br.

"Para saber o número de identificador, basta digitar *#06# no próprio aparelho celular", informou Rezende. Segundo o superintendente de Planejamento e Regulamentação da Anatel, Alexandre Bicalho, "o roubo de celulares já estava virando uma indústria no país", inclusive, com a comercialização de aparelhos roubados no exterior.

"Por isso, a consulta [sobre aparelhos bloqueados] terá também uma base internacional com mais de 30 milhões de registros de celulares roubados em 44 países", disse o superintendente da Anatel.

Nos casos em que a pessoa perdeu e, depois, encontrou o aparelho, será possível fazer o desbloqueio junto à operadora. Já os aparelhos roubados que tenham sido localizados pela polícia poderão ser devolvidos ao proprietário original. "Para isso, basta a boa vontade do policial ou de quem [na consulta] descobrir que o celular está bloqueado", finalizou Bicalho.

Texto de Pedro Peduzzi, publicado na Agência Brasil

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Reunião sobre as LEIS da Aposentadoria, dos Benefícios e LOAS

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*Nesta reunião teremos ADVOGADOS para orientar gratuitamente os
processos da Aposentadoria e Benefícios*

Dia: 24 de Junho de 2018. (Domingo)

Horário: das 9 às 12 horas

Local: Casa da Terceira Idade Tereza Bugolin, Rua Primavera da Vida, 1b
(ao lado da Igreja São Francisco de Assis, em Ermelino Matarazzo). 25464254.

Quem tiver pode trazer os Documentos e número do processo

QUEM tiver dúvidas pode vir na reunião e assim esclarecer os passos da
Aposentadoria e Benefícios.

Informações: 2546-4254.
Vanessa 94490-3655
Ou Padre Ticão:
9.9943.2646

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Dia: 25 de junho. Segunda feira.

Horário: Inicio às 13:00 horas. Sem atraso

Local: Salão da  Igreja São Francisco - Rua Miguel Rachid, 997, Ermelino
Matarazzo.

Conteúdo: Legislação Condominial, Constituição Federal, Código Civil,
Leis Especiais, Convenção e Regimento Condominial, Prevenção a Furtos e
Roubos e muito mais.

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A inscrição será feita na hora. Chegar 13 horas sem atraso

Mais informações:
Michele (11) 94948-2111.
 Major Boaz  (11) 96185-7483

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terça-feira, 1 de maio de 2018

terça-feira, 24 de abril de 2018

Tribunal de Contas de São Paulo lança site para fiscalização de gastos públicos

Imagem divulgação: iris.tcm.sp.gov.br


 
O Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCMSP) lançou uma ferramenta digital para pesquisa de despesas, licitações e contratações municipais, o sistema Informações e Relatórios de Interesse Social (IRIS).

A ferramenta – desenvolvida pelo Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI) e pela Subsecretaria de Fiscalização e Controle (SFC) do TCMSP – servirá para facilitar o acesso público aos dados que envolvem gastos públicos em todos os setores da administração municipal.

Para o tribunal, o acesso aos dados é importante para ampliar a participação cidadã e o controle social.

"Lançamos um produto inovador, o IRIS é um projeto de fomento à transparência que tem como objetivo mostrar aos municípios, em tempo real, as informações sobre os gastos da prefeitura de São Paulo. É uma ferramenta do TCM a serviço da sociedade paulistana", destacou o presidente do tribunal, João Antonio.

O IRIS é constituído por três visões: a orçamentária, que apresenta, de forma simplificada, o orçamento do município e permite que o cidadão tenha tanto uma visão abrangente quanto detalhada dos gastos municipais. É possível conhecer desde os gastos totais de um órgão até as despesas relacionadas a uma pequena atividade.

A visão regional traz para o cidadão informações sobre as despesas de cada prefeitura regional. O morador passa a ter informações sobre aqueles gastos que mais afetam o seu dia a dia, como manutenção de vias e áreas públicas ou de sistemas de drenagem. Já a visão das licitações relaciona informações detalhadas sobre as contratações da cidade de São Paulo.

De acordo com o presidente do TCM, as informações são extraídas diretamente dos sistemas utilizados pela prefeitura de São Paulo. O tratamento automático da informação, sem a intervenção humana, garante que os dados originais não sejam alterados.

Presente no lançamento da ferramenta digital, o presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Milton Leite (DEM), considerou o programa um avanço para a sociedade. "É mais um instrumento que o TCM produz, com sua estrutura, que permite que a sociedade possa acompanhar os feitos do Executivo, da Câmara e também do próprio tribunal".

Leite destaca que a ferramenta vai permitir acompanhar em tempo real o destino final dos tributos. "É importante esse instrumento para que a sociedade possa cobrar o Poder Legislativo e também possa ofertar suas sugestões, afinal todos somos contribuintes, e precisamos saber como e de que forma está sendo gasto."

No sistema IRIS há tutoriais que ajudam na navegação de forma didática. O presidente do TCM, João Antonio, ressaltou, entretanto, que o Núcleo de Tecnologia do órgão está à disposição para dar treinamentos a representantes da sociedade civil mediante agendamento prévio.

Projeto de lei

O lançamento da ferramenta ocorre em meio à discussão de um projeto na Câmara Municipal de São Paulo que pretende extinguir o TCM. Na justificativa, os vereadores alegam que o Tribunal de Contas do Município de São Paulo é "uma estrutura caríssima e desnecessária". A justificativa destaca ainda que "o controle contábil pode ser feito pelo Tribunal de Contas do Estado, tal e qual ocorre com os outros municípios. É desnecessário e caro manter um Tribunal de Contas próprio".

Durante o lançamento da ferramenta IRIS, o presidente do TCM, João Antonio, reafirmou o compromisso do órgão com a sociedade. "Somos um tribunal cada vez mais atuante e visando aperfeiçoar sua atividade-fim, que é a atividade do controle externo com a finalidade articulada com os representantes do povo da cidade de São Paulo", destacou.


Por Ludmilla Souza – Repórter da Agência Brasil  São Paulo
Edição: Lílian Beraldo & @digitalradiotv



quarta-feira, 18 de abril de 2018

O acesso à cultura tem CEP, tem classe e tem cor

A avaliação é do cientista político e produtor cultural, Marcio Black, durante o debate sobre os resultados da pesquisa "Viver em São Paulo: Cultura"


Ao avaliar os resultados da pesquisa "Viver em São Paulo: Cultura", que foram apresentados na terça-feira (10/4), o cientista político e produtor cultural, Marcio Black, concluiu: "os dados mostram que o acesso à cultura tem CEP, tem classe e tem cor".

Segundo ele, faltam equipamentos de cultura na maioria dos distritos da capital paulista. "O acesso à cultura continua sendo segregado na cidade de São Paulo" reforçou Black, que é também coordenador de cultura da Fundação Tide Setubal.

As declarações foram feitas durante o debate que se seguiu à apresentação dos resultados do levantamento, em evento promovido pela Rede Nossa São Paulo e Ibope Inteligência, em parceria com o Sesc São Paulo.


Realizada no Sesc Vila Mariana, a atividade contou com a participação do coordenador-geral da Rede Nossa São Paulo, Jorge Abrahão. "A questão social aparece muito fortemente em todas as nossas pesquisas", considerou ele, ao ressaltar que o problema também aparece claramente no acesso à cultura.

Na opinião de Abrahão, as diversas desigualdades podem ser correlacionadas. "As mulheres negras moradoras da periferia, de menor renda e escolaridade, são aquelas que, em geral, não frequentam nenhuma atividade cultural", denunciou.

O coordenador-geral da Rede Nossa São Paulo argumentou que as desigualdades não ocorreram naturalmente, foram resultados de decisões e escolhas que envolvem as seguintes perguntas: Para quem a cidade é governada? Para onde está sendo direcionado o orçamento? E quais são as prioridades?  "Temos que questionar essas coisas e procurar influenciar essas decisões", sugeriu.

Desigualdade de acesso à cultura em números

Os resultados da pesquisa "Viver em São Paulo: Cultura" foram apresentados por Patrícia Pavanelli, diretora de contas do Ibope Inteligência.

De acordo com o levantamento, apenas 17% dos paulistanos frequentam (pelo menos, uma vez ao ano) todas as seis atividades e espaços mencionados no levantamento: cinemas, centros culturais, shows, museus, teatros e bibliotecas.

Entre os segmentos predominantes entre os que mais frequentam todas as atividades culturais relacionadas estão: os mais escolarizados, com renda familiar acima de cinco salários mínimos e brancos.

Por outro lado, quase 1/4 da população (24%) não usufruiu de nenhum desses equipamentos.

Nesse grupo predominam: os menos escolarizados, com renda familiar de até dois salários mínimos, pretos e pardos.

"Escolaridade, classe social, renda e raça são as variáveis que diferenciam o perfil daqueles que frequentam todas e nenhuma das atividades avaliadas", concluiu a diretora de contas do Ibope Inteligência.

Confira aqui a apresentação da pesquisa.

Confira aqui a pesquisa completa. 

Debate sobre os resultados

As desigualdades apontadas pela pesquisa também foram destacadas por Juliana Braga, gerente de artes visuais e tecnologia do Sesc São Paulo. "Apesar dos avanços, a cultura ainda é um grande desafio para a cidade", disse ela, ao constatar: "a gente se depara com um número muito grande de pessoas que não frequentam nenhuma atividade cultural".

Juliana lembrou que a cultura tem um enorme potencial para gerar empregos e renda.  

Elaine Mineiro, do Fórum de Cultura da Zona Leste, questionou um dos dados do levantamento, segundo o qual, 68% dos paulistanos vão ao cinema, pelo menos, uma vez ao ano. "O que a maioria dessas pessoas que vão ao cinema está assistindo? Será que são coisas da nossa cultura?" Para ela, essa é uma discussão muito importante a ser feita.

A integrante do Fórum de Cultura da Zona Leste relatou que há uma intensa atividade cultural nas periferias da cidade e defendeu a necessidade de maior diálogo por parte da atual gestão municipal. "Vários terrenos que a Prefeitura pretende privatizar são ocupações de cultura, que sofrem perseguição por parte do poder público", denunciou. 

Outro participante do debate que destacou as atividades e manifestações culturais populares, especialmente nas periferias, foi o ex-secretário municipal de Cultura, Nabil Bonduki. Segundo ele, o levantamento não contempla essas expressões de cultura. "O que não quer dizer que ela [a pesquisa] não tenha uma importância grande para entender o que acontece nessa área", ressalvou.

Bonduki relatou algumas ações e políticas que implementou quando esteve à frente da secretaria, para ampliar o acesso à cultura, como o Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais – VAI e os Pontos de Cultura.

O ex-secretário defendeu uma integração entre as áreas de educação e cultura, que, segundo ele, não podem ser pensadas de forma separada. "Temos que transformar cada escola em um espaço de cultura", propôs.



Durante o evento, a atriz, MC e diretora musical, Roberta Estrela D´Alva, declamou algumas poesias. 


Por Airton Goes, da Rede Nossa São Paulo @digitalradiotv



domingo, 15 de abril de 2018

Convites.

Convite para as reuniões de "SAÚDE PREVENTIVA" com o Dr. Paulo Sato
•    Todas às Sextas Feiras, às 8,30 horas e às 19,30 horas. Escolher um Horário.
•    No Salão São Francisco, Rua Miguel Rachid, 997, Ermelino Matarazzo, 2546-4254
•    Em cada Reunião de Saúde tratamos de um assunto do interesse de todos.

Venha participar e convide seus amigos. Falar com Dr. Paulo Sato: 98513-0099


Convite para o "CURSO GRATUITO DE REFLEXOLOGIA PODAL" com Mário Kato.

•    O *CURSO GRATUITO de REFLEXOLOGIA* vai começar dia 27 de Abril de 2018.

Às 14.00 horas.

No salão da Comunidade São Francisco.

Rua Miguel Rachid, 997.


Fazer inscrição com Micheli: 9.4948.2111. O Curso será todas às Sextas Feiras.

•    Quem quiser receber gratuitamente a apostila de "Reflexologia podal" peça por e-mail: mariokato@uol.com.br
•    Faça esta FICHA DO "CURSO DE REFLEXOLOGIA PODAL" e traga dia 27 de Abril de 2018, Sexta Feira, às 14,00 horas, sem atraso, no Salão São Francisco, Rua Miguel Rachid, 997, Ermelino Matarazzo, 25460-4254.
•    Nome:...............................................................................Idade.......... Rua.....................................................No....... Bairro:........................................................ Tel:.................
•    Para falar c/ Mário Kato,Coordenador do Curso: mariokato@uol.com.br


Convite para as reuniões sobre o "Câncer" com Mário Kato e Paulo Sato:
•    "Todas às Sextas Feiras", às 16,00 horas, no Salão da Comunidade São Francisco, Rua Miguel Rachid, 997, Ermelino Matarazzo, 2546.4254.   (Vai começar dia 27 de Abril de 2018, Sexta Feira)
•    Para estas Reuniões convidamos as pessoas que tem Câncer, os Familiares e as pessoas interessadas em conhecer caminhos novos de tratamentos e conhecimentos para VENCER O CÂNCER. As reuniões sobre o CÂNCER serão todas às Sextas Feiras, às 16,00 horas, sem atraso.
•    As pessoas interessadas nas REUNIÕES SOBRE O CÂNCER preenchem esta Ficha:
•    Nome:.................................................................................................. Idade:..............
•    Rua................................................................................................................. No...........
•    Bairro:............................................................................................. Tel:......................

O Pai da Medicina, Hipócrates, 400 AC, dizia: Você deve ser Médico de si mesmo e dos outros. Portanto, faça do seu ALIMENTO o seu REMÉDIO e do seu REMÉDIO o seu ALIMENTO. Mais informações: Falar com o Dr. Paulo Sato: 98513-0099.

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Edital Videocamp de Filmes 2018

Edital Videocamp de Filmes 2018 from VIDEOCAMP on Vimeo.

O VIDEOCAMP ACREDITA NO PODER DO CINEMA PARA TRANSFORMAR REALIDADES. Sabemos que o audiovisual é uma das artes mais poderosas para inspirar e provocar reflexões. Por isso, escolhemos o fomento à produção audiovisual como uma de nossas apostas estratégicas.

O 2º Edital VIDEOCAMP de Filmes já nasce como um dos maiores do mundo. O projeto selecionado receberá o patrocínio de até US$ 400 mil (quatrocentos mil dólares) para a produção de um único filme. Dessa vez, o tema é Educação Inclusiva. Acesse: videocamp.com/edital2018

Uma equipe grande e diversa foi responsável pela produção deste filme:

Produtora - TILT REC - Screen Content
Direção - Beto Macedo
Co-direção - Tiago Berbare
Montagem - Tiago Berbare
Direção de fotografia - Bruno Tiezzi
Direção de produção - Gabriel Braga (PorqueEu Filmes)
Produção - Bruna Ciccarello (PorqueEu Filmes)
Assistente de produção: Marcos Vitoriano (PorqueEu Filmes)
1º assistente de câmera -Peterson Augusto Lomovtov
2º assistente de câmera - Paulo Vinicius Rodrigues da Silva
Direção de arte - Ciça Pinheiro
Assistente de arte - Juliana Carletti
Trilha original - Marcos Gerez
Mixagem de áudio - Daniel Bozi
Colorização - Marco Oliveira
Rotoscopia - Juan Camejo (La Clandestina)
Figurino - Ciça Pinheiro
Finalização - TILT REC - Screen Content
Elenco - Juliana Luna, Fabiano Gold e Graciete Soares
Maquiagem - Vanessa Pina
Chefe de elétrica - Rodrigo Barnete
1º assistente de elétrica - Luiz Claudio Damasceno
1º assistente de elétrica - Raimundo Macedo
2º Assistente de elétrica - Gabriel dos Santos Ferreira
Maquinista - Wilson da Silva Santos
Transporte - Leandro Pacheco e Daniel Fiori
Catering - Rosa Mileo
Roteiro: Justificando, Marcus Couto, Josi Campos e Julia Zylbersztajn
Tradução Roteiro Inglês: Peter Smith, Daniela Perle e Juliana Luna
Coordenação: Josi Campos
Aprovação: Carolina Pasquali, Josi Campos e Daniela Perle


Edital Videocamp de Filmes 2018 from VIDEOCAMP on Vimeo.

Balanço do primeiro ano do Plano de Metas de São Paulo 2017-2020

A Rede Nossa São Paulo e outras organizações da sociedade civil estão realizando um balanço do primeiro ano do Plano de Metas de São Paulo 2017-2020. O levantamento será apresentado no dia 17/4, às 19h, na Câmara Municipal de São Paulo (Auditório Prestes Maia). Na ocasião também será lançada uma ferramenta de monitoramento do Plano.

Quem fará a avaliação?
    Rede Nossa São Paulo
    Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor
    IAB SP - Instituto de Arquitetos do Brasil - São Paulo
    Cidade dos Sonhos
    Instituto Pólis
    UNICEF Brasil
    Secretaria Municipal de Gestão
    Fundação Tide Setubal

Conhecer a nossa cidade, os projetos e o planejamento faz parte de uma construção coletiva.
Participe e compartilhe este evento #MetasDeSP

17/4 || 19h
AUDITÓRIO PRESTES MAIA
CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO
(VIADUTO JACAREÍ, 100)



Por: Rede Nossa São Paulo via @digitalradiotv

 

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Este garoto esta perdido no Jardim Helena


Olá amigos!!
Este garoto esta perdido no Jardim Helena, ele esta em restaurante aos cuidados do dono que está desesperado...
Ele só diz que seu nome é Vicente, não sabe o nome da mãe...


Por favor divulguem para ver se alguém o conhece...

Por: Mariana

ACDEM casa 5
Tel. 2584-9057


terça-feira, 10 de abril de 2018

Convite para a reunião de orientações sobre APOSENTADORIAS BENEFICIOS. LOAS. REVISÃO DE APOSENTADIRAS. Tudo gratuitamente.


     APOSENTADORIAS BENEFÍCIOS...

                                 LOAS...

                                     REVISÃO DE APOSENTADIRAS.

  • Tudo gratuitamente.


Dia 15 de Abril. Domingo.

Horário. Às 9.00 horas da manhã até 11.00 horas.

Local na casa da Terceira idade Tereza Bugolin. Rua Primavera da Vida. 1 b. Ao lado da igreja São Francisco. Ermelino Matarazzo.

Nesta reunião teremos cerca de 10 advogados orientando sobre APOSENTADORAS e benefícios...

Divulgue para seus familiares, Amigos, Vizinhos.

Mais orientações com Vanessa.

Grato

Pe. Ticão.

Novo currículo do ensino médio exigirá mudança na formação do professor



CNE vai analisar BNCC antes da implementação das mudançasArquivo/Agência Brasil

O sucesso da implementação da nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ensino Médio passará por mudanças na formação de professores e adaptações nas escolas, apontam especialistas ouvidos pela Agência Brasil. O documento, que vai orientar os currículos dessa etapa e estabelecer as habilidades e competências que devem ser desenvolvidas pelos alunos ao longo do ensino médio em cada uma das áreas, foi entregue na última terça-feira (3) pelo Ministério da Educação (MEC) ao Conselho Nacional de Educação (CNE).

A BNCC do ensino médio é organizada por áreas do conhecimento: linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas. Apenas as disciplinas de língua portuguesa e matemática aparecem como componentes curriculares, ou seja, disciplinas obrigatórias para os três anos do ensino médio. Os alunos deverão cobrir toda a BNCC em, no máximo, 1,8 mil horas. O tempo restante deve ser dedicado ao aprofundamento no itinerário formativo de escolha do estudante.

Para o diretor do Instituto Ayrton Senna, Mozart Neves Ramos, essas mudanças vão exigir muito investimento na formação de professores e um "repensar da formação de professores no Brasil" para que haja uma integração entre as disciplinas.

"Quando você faz um trabalho por área de conhecimento que reforça o caráter da interdisciplinariedade, você tem que investir muito na formação de professores. Hoje, como o professor de química é formado sem ter um diálogo direto com o professor de física ou biologia, que fazem parte da mesma área de conhecimento, por exemplo, agora para dar conta desse novo ensino médio, eles terão que se integrar já dentro da universidade", diz.

Segundo ele, a mudança vai ter impacto nos currículos das licenciaturas. "As coordenações dessas áreas vão ter que sentar e repensar. Não é que não vai mais ter professor de química, física e biologia, mas vai ter que haver um esforço para integrar esses conhecimentos", diz.

A formação dos professores deve ser priorizada também na visão da pedagoga Anna Helena Altenfelder. "Não só os professores, mas toda a estrutura da escola que hoje é pensada por disciplina e não por área de conhecimento. Então, temos um desafio grande", diz a presidente do Conselho de Administração do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec).

Ela também aponta um possível acirramento das desigualdades na educação como um dos riscos da nova base para o ensino médio. "Sabemos que os estados têm condições diferentes tanto técnicas como financeiras para construir seus próprios currículos. Então, a questão dos itinerários deve ser melhor definida em um apoio maior para os estados", diz. O MEC se comprometeu a elaborar um guia de orientações para ajudar os estados na elaboração dos itinerários formativos.

Aperfeiçoamentos

A BNCC do ensino médio deverá ser analisada e aprovada pelo CNE e homologada pelo MEC antes de o documento começar a valer. O conselho irá fazer uma consulta pública em plataforma digital e audiências para colher sugestões da sociedade antes de submeter o texto à avaliação dos conselheiros.

A presidente executiva do movimento Todos pela Educação, Priscilla Cruz, considera que o CNE deve especificar melhor a forma como as redes vão se organizar, além de estabelecer o que é obrigatório ou não e deixar mais clara e objetiva a redação das habilidades previstas para serem alcançadas pelos alunos.

"Há uma impressão que o ensino médio está 'menor' pela falta de objetividade nas habilidades, é muito dependente da implementação pelos estados, não há um plano de implementação progressiva que ajude as redes a se ajustarem", diz. No entanto, ela considera positivo fato de o texto prever a formação mais integrada, "direcionando para mais profundidade, recomendando outros espaços de aprendizagem e formatos de aula, dando características juvenis ao ensino médio".

O conselheiro do CNE Cesar Callegari, presidente da comissão que vai analisar a BNCC, também considera que o colegiado terá que complementar o texto entregue pelo MEC. "A base está incompleta, está um documento bastante genérico e, no meu modo de entender, não atende às expectativas e necessidades do ensino médio no Brasil", diz.

O Ministério da Educação já instituiu o Programa de Apoio à Implementação da Base Nacional Comum Curricular para apoiar os estados no processo de revisão ou elaboração e implementação de seus currículos alinhados à BNCC. Segundo o MEC, no primeiro ano de execução, serão repassados às secretarias estaduais cerca de R$ 100 milhões para a implementação da base.


Sabrina Craide – Repórter da Ag. Brasil

Edição: Amanda Cieglinski @Digitalradiotv

sábado, 31 de março de 2018

31 de março - O Golpe Militar de 1964 (madrugada de 1º de abril).



O Golpe Militar de 1964 redesenhou o panorama político, social, econômico e cultural brasileiros pelas duas décadas seguintes. Executado no dia 31 de março daquele ano, o golpe levou à deposição de João Goulart e fez se instalar no país uma ditadura militar que durou até o ano de 1985.


Apesar de ter ocorrido no ano de 1964, o golpe passou a ser desenhado desde as primeiras medidas de João Goulart, conhecido como Jango. O cenário de sua posse em 07 de setembro de 1961 já era conturbado: desestabilidade política, inflação, esgotamento do ciclo de investimentos do governo Juscelino Kubitschek, grande desigualdade social e intensas movimentações em torno da questão agrária. Diante desse cenário e de acordo com suas tendências políticas, declaradamente de esquerda, Jango apostou nas Reformas de Base para enfrentar os desafios lançados a seu governo.

As Reformas de Base propunham diversas reformas: urbana, bancária, eleitoral, universitária e do estatuto do capital estrangeiro. Dentre elas, três incomodavam de forma especial à direita. A reforma eleitoral colocaria novamente no jogo político o Partido Comunista e permitiria que analfabetos votassem, o que correspondia a 60% da população brasileira. Essas medidas poderiam provocar grandes mudanças no equilíbrio dos partidos políticos dominantes naquele contexto. A reforma do estatuto do capital estrangeiro também provocou polêmica ao propor nova regulamentação para a remessa de lucros para fora do Brasil e propunha a estatização da indústria estratégica. Mas nenhuma delas foi alvo de tantas especulações e mitos quanto a proposta de implementação da reforma agrária. Essa reforma mexeria com a histórica estrutura latifundiária brasileira que, em muitos casos, remontavam aos séculos de colonização.
 
Para os grupos economicamente hegemônicos, tais propostas eram alarmantes não apenas por serem defendidas pelo Presidente da República, mas porque naquele momento a esquerda encontrava-se unida e organizada, movimentando-se em todo o território nacional e mostrando sua cara e seus objetivos em passeatas, publicações e através de forte presença no meio político. Longe do imaginário do século XIX, a esquerda daquele momento era formada por uma grande diversidade de grupos, tais como comunistas, católicos, militares de diferentes ordens, estudantes, sindicalistas entre outros. Todos eles voltados para a aprovação das Reformas de Base e estendendo suas influências por diversos campos da vida pública.

Diante desse abismo entre os grupos de direita e de esquerda durante o Governo de Jango, o golpe começou a ser elaborado pelos grupos conservadores e pelas Forças Armadas em diálogo com os EUA (Estados Unidos da América) através da CIA (Central Intelligence Agency) pensando nas eleições de 1962 para o Congresso Nacional e para o governo dos estados da União. A composição que assumiria no ano seguinte seria de vital importância para os avanços das propostas da esquerda e, por isso, interessados na queda de Jango financiaram de forma ilegal campanhas de candidatos de oposição ao governo. Esse financiamento foi realizado pelo empresariado nacional e estrangeiro através do IBAD (Instituto Brasileiro da Ação Democrática). Os EUA também investiram nessa campanha através de fontes governamentais, como provam documentos e áudios da Casa Branca. Nesse contexto o diplomata Lincoln Gordon participou ativamente da conspiração, trabalhando juntamente ao IBAD e ao IPES (Instituto de Pesquisa e Estudos Sociais), responsáveis por diversas propagandas anticomunistas que contribuíram para a desestabilização de um governo que já enfrentava diversos desafios.

Em 1963, a votação favorável ao retorno do presidencialismo deu novos ânimos ao governo de Jango que, apesar das ações contrárias, ainda se mostrava com grande popularidade. Mesmo assim, o ano de 1963 foi marcado por intensa atuação da direita e da esquerda e esse embate começou a ser favorável a direita a partir da derrota da emenda constitucional que buscava viabilizar a reforma agrária. Outro fato que abalou Brasília em 1963 foi a Rebelião dos Sargentos na qual sargentos da Aeronáutica e da Marinha invadiram o Supremo Tribunal Federal em protesto contra a declaração de inelegibilidade dos sargentos eleitos em 1962.

O cenário ficou ainda mais conturbado após a entrevista concedida por Carlos Lacerda a um jornal norte-americano, no qual declarou que o cenário político brasileiro sob o governo de Jango era de incertezas, ato que foi visto com maus olhos pelo presidente e o levou a solicitar ao Congresso a instalação do estado de sítio. Sua atitude foi vista de forma negativa pelos governadores dos estados que lhe recusaram apoio. Uma nova coligação entre PTB, UDN e PSD mostrou ter a mesma posição, o estado de sítio não seria aprovado pelo Congresso. Desse embate, Jango saiu com seu poder abalado.

Com inflação anual na casa de 79,9%, um crescimento econômico tímido (1,5%) o Brasil passou a sofrer restrições dos credores internacionais. Nesse contexto, os EUA passaram a financiar o golpe através dos governos dos estados de São Paulo, Guanabara (atual Rio de Janeiro) e Minas Gerais. Frente às pressões sofridas nos meses que se seguiram, Jango articulou o Comício da Central do Brasil. Ocorrido em uma sexta-feira, 13 de março de 1964, o evento esteve cercado de simbologias que o ligavam a figura de Getúlio Vargas e mobilizou entre 150 e 200 mil pessoas por mais de 4 horas de duração. Como havia se comprometido em seu discurso, Jango encaminhou ao Congresso o pedido de convocação de um plebiscito para a aprovação das reformas sugeridas e a delegação de prerrogativas do Legislativo para o Executivo, o que foi visto como uma tentativa de centralização do poder nas mãos do presidente.

Em reação às ações de Jango, o Congresso passou a suspeitar de suas intenções e essa posição repercutiu nos meios de comunicação em um tom que indicava que o presidente poderia a qualquer momento dissolver o Congresso para colocar em prática as reformas na base da força. A partir desse clima de desconfianças e alardes, foi organizada a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, preparada pelo IPES sob a figura da União Cívica Feminina com o apoio de setores de direita. A Marcha reuniu cerca de 500 mil pessoas na Praça da República, na capital paulista, em protesto contra o governo de Jango e suas pretensões, classificadas como comunistas. Sendo um movimento prioritariamente de classe média, a Marcha foi menosprezada pela esquerda, mas demonstrou seu poder em converter a opinião pública a respeito de João Goulart em diversas capitais, alastrando-se pelos estados com a contribuição dos meios de comunicação.

Ainda faltava a unificação das forças militares em favor do golpe, o que foi provocado pelas atitudes tomadas por Jango em relação aos marinheiros que participaram da Revolta dos Marinheiros, realizada em 25 de março. Ao anistiar os revoltosos e passar por cima das autoridades militares responsáveis, Jango deu o último elemento necessário à realização do golpe de 1964: o apoio das Forças Armadas. Os EUA já estavam a postos para colocar em prática a Operação Brother Sam e, em 31 de março de 1964, o pontapé foi dado pelos mineiros, sob a liderança do general Olympio Mourão Filho, que marchou com suas tropas de Juiz de Fora para o Rio de Janeiro e iniciou o processo de deposição do presidente João Goulart com o apoio dos EUA e das Forças Armadas. O Golpe foi concluído na madrugada de 02 de abril de 1964, quando o Congresso, em sessão secreta realizada de madrugada, declarou a Presidência da República vaga.


Bibliografias:

GOMIDE, Rafael. Com arquivos e áudios da Casa Branca, filme revela apoio dos EUA ao golpe de 64. Último Segundo, 2013. Disponível em: < http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2013-03-15/com-arquivos-e-audios-da-casa-branca-filme-revela-apoio-dos-eua-ao-golpe-de-64.html> . Acesso em: 05/10/2017.

REIS, Marco Aurélio. A revolta dos marinheiros. O Dia, 2014. Disponível em:<http://odia.ig.com.br/noticia/brasil/2014-03-25/a-revolta-dos-marinheiros.html>. Acesso em: 05 out.2017.

SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloisa M. No fio da navalha: ditadura, oposição e resistência. In: Brasil: uma biografia. São Paulo: Cia das Letras, 2015, p. 437-466.


Arquivado em: Ditadura Militar, História do Brasil


Por Michelle Viviane Godinho Corrêa
Mestre em Educação (UFMG, 2012)
Especialista em História e Culturas Políticas (UFMG, 2008)
Graduada em História (PUC-MG, 2007)