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terça-feira, 4 de julho de 2017

Seul – O regime da Coreia do Norte afirmou nesta terça-feira que testou com sucesso um míssil balístico intercontinental (ICBM), “capaz de alcançar qualquer parte do mundo”, segundo anúncio realizado através da emissora estatal “KCTV”.


Imagem: Reprodução - Coreia do Norte: se realmente se tratar de um míssil balístico intercontinental, o teste seria um grande avanço dentro do programa armamentístico norte-coreano (Kim Hong-Ji/Reuters)


A emissora afirmou que se trata de um míssil novo batizado como Hwasong-14 que alcançou uma altura máxima de 2.802 quilômetros e percorreu 933 quilômetros em 39 minutos.

No anúncio, realizado pela locutora Ri Chun-hee, responsável por dar as notícias mais importantes do regime, explicou que o líder norte-coreano, Kim Jong-un, deu pessoalmente a ordem para lançar o projétil.

"A República Popular Democrática da Coreia (nome oficial do país) tornou-se uma potência nuclear imponente com o mais poderoso dos ICBM capaz de atingir qualquer parte do mundo", disse a apresentadora.

Se for verdade, o teste seria um grande avanço dentro do programa armamentístico norte-coreano, que pretende desenvolver mísseis ICBM capazes de equipar bombas nucleares e alcançar o território americano.

Hoje, as autoridades da Coreia do Sul e Japão tinham anunciado que o Exército norte-coreano lançou um míssil por volta das 9h40 (21h40 de segunda-feira em Brasília) a partir da base aérea de Panghyon, na província de Pyongyang do Norte.

Embora dados sobre altura e distância percorrida pelo míssil tenham sido obtidos em conjunto pela inteligência militar americana, sul-coreana e japonesa, nenhum dos países confirmou se tratar de um ICBM.

O teste balístico norte-coreano, o primeiro desde 8 de junho, quando Pyongyang disparou um míssil de cruzeiro, ocorre logo depois de o novo presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, terem se reunido em Washington para conversar sobre a ameaça do regime de Kim Jong-un.

O CRIME PRATICADO POR UM DOS PROTAGONISTAS DA JUSTIÇA.


Imagem - Ilustração

Em junho de 2017, Rafael Braga Vieira, 25 anos, único incriminado nas manifestações de 2013 por porte de "artefato explosivo e inflamável", mais conhecido como uma garrafa de desinfetante Pinho Sol e uma garrafa de água sanitária, foi sentenciado a 11 anos e três meses de prisão por associação ao tráfico de drogas, após ser liberado previamente em prisão domiciliar junto a uma tornozeleira eletrônica.

Foi abordado por policiais enquanto caminhava à padaria e questionado pelas atividades criminosas no bairro, algo que os policiais entenderam que ele estava ligado, fazendo jus ao aparelho em seu tornozelo. Segundo Braga e uma testemunha ocular, o mesmo foi agredido pelos policiais juntamente implantando 0,6g de maconha e 9,4g de cocaína.

No cotidiano das periferias é comum os policiais abusarem de sua autoridade ao pensarem que são donos da justiça, porém, estão apenas a serviço dela. A corrupção em corporações vem se tornando cada vez mais presente, um exemplo atual é o que aconteceu em São Gonçalo, RJ, mais de 100 policiais do 7° BPM (Batalhão da Policia Militar) participavam de uma organização criminosa comandada pelos próprios policiais, onde contribuíam com tráfico de drogas e obrigava os traficantes a entregar-lhes propina para não interromper suas atividades, isto, em 50 das 100 comunidades de São Gonçalo.

Segundo o relatório da Anistia Internacional o Brasil  tem a polícia que mais mata no mundo. Em 2012, 56 mil pessoas morreram, já em 2014, 15% dos homicídios havia um policial responsável. Ainda sobre o relatório "As forças de segurança brasileiras com frequência usaram força excessiva ou desnecessária para suprimir manifestações. O número de homicídios cometido durante operações policiais permaneceu alto e essas mortes raramente foram investigadas; a falta de transparência geralmente impossibilitava que se calculasse o número exato de pessoas que morreram".

Derivado do excesso de violência policial, abuso de autoridade e o envolvimento em ações de cunho corrupto nas corporações, é fato a existência de consequências, como a falta de confiança da população no trabalho policial, já que estes são símbolos de justiça e deveriam ser íntegros e responsáveis no exercício do trabalho. O relatório da Anistia Internacional prevê uma solução para este tipo de crime, como: punições referentes ao abuso, investigações mais rígidas e profundas dentro da corporação e que deixem claro quando o uso da força pode ser justificado.

@IgorNascimentoSilva





domingo, 2 de julho de 2017

Lista de leitura Fuvest 2018


Livro "Minha Vida de Menina", de Helena Morley, foi colocado no lugar de "Capitães de Areia", de Jorge Amado; primeira fase será em 26 de novembro

A Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) anunciou uma alteração na lista de leituras obrigatórias para o vestibular de 2018 da USP (Universidade de São Paulo). A decisão pela mudança foi feita pela pró-reitoria da universidade, mesmo a lista atual tendo validade até o processo seletivo de 2019.

O número de livros exigidos continua sendo dez. Porém, o romance "Capitães de areia", de Jorge Amado, foi retirado da lista. A Fuvest escolheu a obra "Minha Vida de Menina", de Helena Morley, para ocupar o seu lugar. O motivo da mudança não foi informado pela organização do vestibular.

As demais leituras obrigatórias são: "Iracema", de José de Alencar; "Memórias Póstumas de Brás Cubas", de Machado de Assis; "O Cortiço", de Aluísio Azevedo; "A Cidade e as Serras", de Eça de Queirós; "Vidas Secas", de Graciliano Ramos; "Claro Enigma", de Carlos Drummond de Andrade; "Sagarana", de João Guimarães Rosa; e "Mayombe", do escritor angolano Artur Carlos Maurício Pestana dos Santos, conhecido pelo pseudônimo Pepetela.

O livro "Minha Vida de Menina" foi publicado em 1942 por Helena Morley, pseudônimo da escritora brasileira Alice Dayrell Caldeira Brant, nascida em 1880 na cidade de Diamantina, em Minas Gerais. Em 2003, foi lançado o filme "Vida de Menina", baseado na obra da autora mineira.

Calendário do processo seletivo

As inscrições para o vestibular de 2018 da USP serão abertas no dia 21 de agosto deste ano. Os interessados poderão efetuar o cadastro no processo seletivo até o dia 11 de setembro. O valor da taxa de inscrição ainda não foi divulgado.

A prova da primeira fase está marcada para ser realizada no dia 26 de novembro, data que cai em um domingo. Na segunda fase, as provas serão aplicadas entre os dias 7 e 9 de janeiro do ano que vem.

A data do processo seletivo da Fuvest foi escolhida em reunião com os organizadores de alguns dos principais vestibulares paulistas. Além da USP, decidiram a programação Unesp, Unicamp, Unifesp, ITA, PUC-SP, PUC-Campinas e Mackenzie. A fundação informa que a definição conjunta contribui para que os candidatos possam participar de vários processos seletivos, se desejarem.


Fonte:
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2017-05-24/fuvest.html

Lista dos livros Fuvest 2018

A Fuvest seleciona estudantes para a Universidade de São Paulo (USP) e para a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Veja a lista completa:
•    Iracema ‐ José de Alencar;
•    Memórias póstumas de Brás Cubas ‐ Machado de Assis;
•    O cortiço ‐ Aluísio Azevedo;
•    A cidade e as serras ‐ Eça de Queirós;
•    Vidas secas ‐ Graciliano Ramos;
•    Minha vida de menina ‐ Helena Morley;
•    Claro enigma ‐ Carlos Drummond de Andrade;
•    Sagarana ‐ João Guimarães Rosa;
•    Mayombe ‐ Pepetela.


Por: Professor Alex

Enem tem menor número de inscrições confirmadas desde 2012


O número de inscrições confirmadas para o Enem 2017 é o menor desde 2012. Até o momento, o equivalente a 6.135.418 candidatos confirmaram sua participação na prova, que neste ano será aplicada nos dias 5 e 12 de novembro. Do total dos 7.603.290 candidatos, 19,3% (1.467.872) não tiveram o registro confirmado. Isso representa mais do que o dobro do que o contabilizado no ano passado, quando 648.962 não fizeram a confirmação.

O aumento significativo é atribuído sobretudo à mudança nas regras para o registro na isenção do pagamento da taxa de inscrição. Até 2016, a gratuidade era feita por meio da autodeclaração. A partir deste ano, o benefício passou a ser concedido por meio do cruzamento de dados com a base do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário e com o Censo Escolar. Muitos dos candidatos afirmaram que não conseguiram fazer tal confirmação pelo site. Num acordo feito com o Ministério Público Federal, foi concedido o prazo para aqueles que queiram recorrer. O grupo deve enviar novamente documentos que demonstram a existência dos requisitos de gratuidade. O prazo vai até 12 horas de 25 de junho.

Além do recorde de inscrições não confirmadas, o Enem 2017 apresentou um número total de candidatos expressivamente menor do que o dos últimos anos. Foram contabilizados 7.603.290 candidatos, bem menos do que os 9.276.328 de 2016 e os 8.478.096 de 2015. A redução é em parte fruto das mudanças nas regras da prova.

Este ano, o exame perdeu a função de certificação de conclusão do Ensino Médio, o que o tornou menos atrativo.

A certificação agora voltará a ser feita pelo Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos, que será realizado no segundo semestre.

Do total de inscrições confirmadas, 32,6% são de candidatos que pagaram pela inscrição. Esta é a maior porcentual de pagantes pelo menos desde 2014. Ano passado, por exemplo, do total de inscritos, 23,2% efetuaram o pagamento da inscrição – 9,4 pontos porcentuais a menos do que neste ano. Repetindo a tradição de anos anteriores, mulheres representam a maioria dos candidatos. Dos inscritos neste ano, 58,6% são do grupo feminino. Do total de candidatos, 46,5% são pardos, 12,8% pretos, 35,9% brancos e 2,3% amarelos, 0,6% é indígena e 1,9% não declarou a etnia, raça ou cor.


Fonte:
http://www.msn.com/pt-br/noticias/educacao/enem-tem-menor-n%C3%BAmero-de-inscri%C3%A7%C3%B5es-confirmadas-desde-2012/ar-BBBJsM4?li=BB8nufC&ocid=spartandhp

Por: Professor Alex